*As legendas ficam por vossa conta na caixa de comentários.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
O Carnaval são 3 dias... mas com a campanha serão mais!
Olá fofinhos da Tia!
Isto anda cá uma algazarra nesta terra por causa das eleições antecipadas e se haverá ou não coligação. A cada dia que passa, aumentam as histórias e os cenários. Mas a minha vida não é só isto e tenho tantos outros dramas para resolver. Para já não falar das tragédias e horrores com que me preocupar.
Então não é que a minha criança, a menina dos meus olhos vai para o continente este fim de semana ver o espectáculo da Violleta??? Não sei se estou mais irritada com a rica (da) madrinha, ou, se com o pai da miúda por ter ajudado a esconder esta "maravilhosa" surpresa de mim. Tenho a impressão de ter escutado distintamente o padre a dizer que éramos uma dupla "na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, todos os dias da vida"... E isto faz-me pensar no que mais é que ele andará a esconder de mim. Mas pronto.
Eu bem que tentei desviá-la dessa perversa Violleta, dessa maldita mensageira de Satã, que deve ter certamente tatuado algures no corpinho um 666, mas ela não me quis ouvir. Daqui a uns dias anda-me a criança a fazer as figurinhas tristes da Milley Cyrus, e eu só peço por Deus e pelos anjinhos todos que NEM SONHE em pôr-se à frente da webcam do Magalhães senão juro que leva tantas, tantas, tantas que nem sabe de que planeta é.
Mas o meu drama ainda é outro... O traje de Carnaval! A verdade é que eles já não estão na creche nem no jardim de infância, em que havia o dia do chapéu, o dia do pijama, o dia do penteado, o dia do disfarce de casa, o dia do disfarce ecológico, e sei lá mais o quê...
Não, agora é muito pior. Cresceram e tornaram-se conscientes, têm opinião, têm quereres, são exigentes... Dir-me-ão que é a vida, é a evolução, e eu até reconheço que sim (mas não aquela evolução dos cartazes da JS!). Mas, como vou satisfazer as altas exigências de disfarces de Carnaval dos meus crianços?
Andei a maturar no assunto e deixo-vos com algumas sugestões para os crianços e também para crescidos. Mas o que eu queria mesmo era estar no Carnaval do Rio de Janeiro a sambar, a abanar aqui esta bundinha e a gozar aquele calor tropical!
No site Mascarilha há fatos para todos os gostos, feitios e bolsos... e é português. Porque o que é nacional é bom e eu recomendo.
Ai! e ainda bem que isto é só uma vez por ano, senão...
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Contagem decrescente para as eleições regionais: rufam os tambores e anseiam-se pelos cartazes!
Olá fofinhos da Tia! Espero encontrar-vos de boa saúde e que estas constipações não vos tenham afectado. Cuidado com a gripe, meus queridos. Por aqui bebe-se aguardente q.b., e assim não há bicho que me pegue. Nem bicho nem bicha, apesar de ser muito tolerante.
Já vos disse que tenho um fascínio quase irracional por eleições? Adoro eleições! Todo o processo, não são só aqueles 15 dias de campanha (ai que saudades de quando era um mês ali sempre a bombar, com os carros a passarem aos berros e os papelinhos no ar), mas sim as semanas que as antecedem, onde se desenvolvem grandes enredos, claramente muito superiores a qualquer novela mexicana dobrada em brasileiro. Há aqueles que se metem em bicos dos pés, outros há que esperam que lhes caiam lugares elegíveis nas listas ao colo, e ainda outros que desenvolvem grandes teorias sobre "a correlação de forças existentes".
Enfim, é tudo muito hilariante para quem assiste confortavelmente de camarote, à espera de ver o circo pegar fogo... como eu. Espero bem que o meu tempo seja favorável para poder vir cá sempre pôr-vos a par das novidades e das leituras que faço das situações decorrentes deste esplendoroso e deveras inusitado mundo eleitoral madeirense. Pois se toda a gente pode dizer o que pensa porque vivemos num mundo livre e somos #jesuischarlie, sinto-me também na obrigação de deixar cá neste humilde espaço os meus delírios. Ah, e os protagonistas bem que se escusam de ofender e fazer beicinho ou carinha de amuo, pois são figuras políticos e merecem com toda a certeza um bocadinho de ironia e sátira. Por isso, não levem as coisas muito a peito nem para o foro pessoal, que não vale a pena.
Então hoje deixo-vos com uma espécie de antevisão daqueles que poderão vir a ser os próximos cartazes de campanha das várias candidaturas, inspirando-me para tal em alguma fotos recentes dos vários partidos, partidinhos e partidozecos.
Prontos, meus lindos? Ora cá vamos nós:
Por aqui temos uma foto da declaração conjunta entre o PCP e os Verdes, sobre concorrerem coligados entre si e não em conjunto com o PS e restantes partidos e cacos. Isto deu cá um caldinho, meus queridos! Então não é que dizem que foi o Comité Central (de lá) do PCP que travou a coligação, e que a direcção regional madeirense já tinha dito que sim a tal "coligação". Mas ao que parece, eles dizem em comunicado que é tudo falso, tudo uma mentira pegada. Eu cá não sei se foi travado ou não, porque isto nos bastidores da política corre sempre muita coisa e a comunicação social (e então a de cá!!!) ainda faz correr mais "merdinhas"... De qualquer maneira daquele partido com paredes de vidro e de bocas fechadas, nunca se irá descobrir ao certo a verdade do processo. Certo e certinho é que teremos a CDU (PCP+PEV) no boletim de votos nas próximas eleições regionais de 2015.
E inspirada pela última foto, em que podemos observar a deputada municipal Herlanda Amado a usar aquilo que a mim me parece ser uma espécie de baby-doll em preto, rendado e transparente, que finalizou com um blazer por cima - ainda não sei se ela foi trabalhar depois de uma saída à noite e vestiu o casaco para dar um ar formal à coisa, ou se ia sair nessa mesma noite e tentou ajustar o look de "discoteca Tra(m)p" a uma conferência de imprensa; fica a dúvida - deixo aqui uma sugestão para o próximo cartaz para as eleições regional: que o ex-padre Edgar Silva, que será com certeza o cabeça de lista da CDU (a menos que tenhamos surpresas, a Irina Shayak ou alguém assim) seja acompanhado em ambos os lados por estes dois fantásticos exemplares de baby-dolls. Porque para concorrer ao lado do charme de Albuquerque é preciso ter um ingrediente do mesmo calibre para responder na mesma moeda e proporção.
O PSD foi ao Palácio de São Lourenço pedir eleições antecipadas e de preferência no dia 29 de Março. Ainda bem que é num domingo!!! Topem só aquele cruzar de perna do novo líder... Que pinta! Que finesse! Que porte!
E inspirada pela vista da foto, em que o elemento que mais sobressai é sem dúvida aquele belo belo par de pernas da Rubina Leal, aconselho que o PSD possa incluir nos seus cartazes a linda imagem daquele lindo e elegante pernal, pois sempre dará mais um votos (já se sabe como são estes homens, não podem ver pernas...). Ai minha querida Rubina, estou tão feliz por estar a presenciar o seu regresso em pleno!Não sei se sabe, mas sou muito sua fã e vou com certeza pregar os meus olhos em si e dar-lhe todo o protagonismo que a sua elegância e presença exigem. Mas não me desiluda! No final do ano quero ver se supera a vereadora Vanda Correia, que é a elegância e o bom-gosto em pessoa.
Para a coligação do PS, PTP, cacaria e companhia inspirei-me no código de vestimenta do PTP. O padrão leopardo ao poder! A campanha será toda feita em padrão leopardo, tigresse, zebra e por aí além, em paninho de chita e sem esquecer a juba leonina da Agnes do PAN. Enfim, uma mescla de padrões, tal qual eles são na realidade: uma mixórdia de gente! Um conselho aos automobilistas: evitem olhar este cartaz de frente, para evitar encadeamentos. O mesmo se aplica às criancinhas, que é para não terem pesadelos de noite e molharem as caminhas.
P.S- decididamente tenho de fazer urgentemente uma formação de photoshop. Será que a querida da Sofia Canha do SPM irá organizar algum? Se sim, conte comigo!
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Ah meu rico filho, meu tesouro!!!
Se há coisa mais terna, doce e carinhosa que possa existir na vida é sem dúvida poder acompanhar um filho para o resto das nossas vidas. E se pudermos abrir todas as portas e garantir-lhes um futuro proeminente, assegurando-lhes uma existência confortável e sem sobressaltos, ainda melhor.
Se for na política então, meus amigos, é a cereja no topo do bolo, e convém é que seja na mesma bancada de partido, de poleiro e de tacho. Porque é tudo para a família... Acima de tudo a família, que é a base da sociedade, dizem eles.
Deixo-vos com umas fotos bem comoventes e que enternecem até o mais duro coração...
Emanuel Câmara e o seu filho, Olavo Câmara, agora presidente da JS-Madeira.
Pai que é pai nunca deixa de mudar a fralda, limpar o rabinho, dar a papinha, arranjar o colarinho, combinar o tacho, orientar a vida, acertar o ordenado e garantir a reforma para os seus filhos.
Jaime Ramos e seu filho, Jaime Filipe Ramos, são já uns campeões e um exemplo a seguir, não só na política mas também nos negócios. Ontem os sifões de sanitas, hoje um império em construção...
José Manuel Coelho e a sua cria, Raquel Coelho. Os dois deputados, os dois são pai e filha e os dois levam seis mil euros para casa todos os meses... e os dois também não batem lá muito bem da cabeça.
Por isso jovem, se o teu pai ou a tua mãe não te levaram para a política e não te garantiram um bom ordenado, estás no teu direito de processá-los. Afinal, que raio de pais são esses???
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
A melhor definição de Miguel Albuquerque:
"Miguel Albuquerque é uma espécie de desumidificador que foi ligado no psd-m. De repente a água desaparece das paredes e os fungos deixam de ter ecossistema para crescer. Mas é só ilusão. O vapor de água em excesso continua lá, e as bactérias também. O material que é composto está todo lá. Não chega para haver mudança."
de: Ricardo Figueira
de: Ricardo Figueira
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Hoje será mais um dia na minha insignificante existência... mas ao menos oferecem-me hambúrgueres à borla!
Olá fofinhos!
Mas que escândalo deu o meu último post sobre a Hamburgueria do Mercado! É mesmo muito triste! No outro dia o Mestre Perverso também escreveu sobre um estabelecimento comercial, só que não escarrapachou com todas as letras o nome da empresa, mas era de fácil percepção, e ninguém ousou sequer a comentar o quer que fosse. E porquê? Porque se não tiver todas as letras ninguém se preocupa. Há muita gente que discorda da minha opinião e não é só sobre um restaurante, é na generalidade do Universo. Não me preocupa ser uma voz discordante. Mas neste caso em particular, eu até não era a única, porque havia já criticas feitas na página do restaurante. Enfim!
Só para avisar que vou continuar a fazer críticas de atendimento e gastronómicas aos estabelecimentos que me apetecer. Habituem-se! E não, não são ataques gratuitos, é só a minha humilde opinião. O mal do madeirense é não saber ouvir críticas, e não me venham dizer que as minhas críticas não eram construtivas. Um bocadinho de humildade e abertura de espírito fará com que vejam a cena "construtiva" da coisa.
Adorei ver os 300 amiguinhos/lambe-botas que existem por aí (hambúrgueres à pala fazem maravilhas). E escusam-se de dizer que sou uma frustrada e que ninguém gosta de mim. Porque é uma verdade incontestável que assumi e continuarei a assumir para o resto dos meus dias. Nem toda a gente nasceu para ser Madre Teresa de Calcutá e muito menos para ser consensual (mas serei para todo o sempre sensual). Aguardem-me...
O corte do jackpot parlamentar gerou uma grande algazarra por aí. Uma proposta do CDS, aprovada na terça-feira a mando do Albuquerque que só no sábado passado ganhou oficialmente um título. Deixa-me extramente preocupada que os deputados eleitos pelo povo não sejam mais que fantoches nas mãos dos poderosos nos seios dos partidos, da mesma forma que fico extremamente enojada que os mesmos deputados que votavam contra essa tal redução são os mesmos que a aprovaram agora. Não passam de uma cambada de fantoches com uma coluna vertebral 100% flexível perante os presidentes dos partidos. Estão-se nas tintas para quem os elegeu. Para mim, a Democracia tem custos e quem tem que a custear somos mesmo nós, contribuintes. Sim, o dinheiro dos meus impostos não é para luzinhas branquinhas, é mesmo para assegurar que exista Democracia. Mas a verdade é que outros tantos chupistas dos partidos políticos viram na Assembleia da Madeira uma oportunidade única de fazer umas massas valentes... e de mamar à grande. Depois admirem-se que num futuro próximo, numa qualquer operação da Judiciária a grandes empresas se encontrem facturas referentes a apoios aos partidos.
Criar partidos e concorrer às eleições regionais foi e continuará a ser rentável. Porque julgam que não irão contornar a lei? Até aposto que o primeiro serviço do gabinete de estudos do PSD, será encontrar formas de se chamar uma outra qualquer coisa, para continuarem a receber uns dinheiros públicos para sustentar os seus partidozecos. E o CDS, que faz disto uma bandeira sua; até parece que um dos principais partidos que utilizava inadequadamente o dinheiro da subvenção não era mesmo o próprio CDS. Com o seu programa CDS-Solidário, ofereciam cabazes alimentares, cheques, materiais de construção, árvores de Natal e mais um par de chinelos aos pobres coitados que não se apercebem que é o mesmo partido que lhes retira a dignidade e o direito ao trabalho. Sabiam que o CDS tem assistentes sociais? Pois é, ao invés de trabalharem em prol do povo, contratam assistentes sociais para distribuir quilos de arroz e criar uma teia de dependência assente na caridadezinha.
E ao amigo Albuquerque, seja bem vindo à Madeira, será que devo chamá-lo de "o libertador"??? Há quem ande deslumbrado por estes supostos ares de "renovação", mas a par dos ares da "mudança" do ano passado, não passam mesmo de ares cheios de nada, de vazio, de opaco... Ao longo do processo interminável das internas esperei que houvesse um único candidato que batesse com o punho na mesa e dissesse que o PSD teria de ser limpo, porque havia mais gente a servir-se do que a servir. Mas surpresa das surpresas, o discurso foi sempre outro, o discurso da união e que ninguém seria excluído. Quando há mais razões do que grãos de areia no deserto para excluir e mandar para as prateleiras dezenas de tachistas e interesseiros. Pude falar com alguns militantes do PSD que estiveram no congresso, e vinham muito derrotados e desiludidos, viram que foi um desfile de hipocrisia e que tudo está igual ou pior ao que era e continuará a ser eternamente. Ou talvez não! Ou daqui para a frente teremos sempre internas do PSD animadas, nas quais o jogo das cadeiras irá estar ao rubro, e a única cadeira a ser alvo de troca é a do presidente, porque os pastorinhos serão sempre os mesmos. Albuquerque, não penses que tudo isto está ganho. Porque o que ganhaste foi ter uma fiel seguidora de todos os teus passos, sempre pronta para te trazer ao planeta Terra, já que no teu partido ninguém o faz ou fará. Conta com a Placa Central!
Democracia de pavio curto é o que teremos. Prometem sempre mais democracia, mais respeito pela oposição e pelas instituições, mas o PSD, não sabe o quanto pode custar ser-se democrático e tolerante e ter-se práticas democráticas. As vossas gargantas não estão preparadas para engolir tanta democracia de uma vez só, ainda apanham uma overdose que já nem uma lavagem ao estômago e uma injecção de adrenalina no coração os safa. Vocês não conhecem o que é democracia, nem que vos fosse atirada à cara, e o exemplo mais que claro disso mesmo é virem logo exigir maiorias absolutas. Fracos, muito fracos. Podem ganhar eleições, podem prometer, podem renovar os tapetes mas a sujeira manter-se-á intacta, já que nunca ofuscaram a verdade para aqueles que a querem ver.
Queria muito falar sobre as supostas coligações para as Regionais, mas ainda não há, e temo muito que não chegue a ver, matéria para tal. Mas uma coisa é certa: hipóteses e conjunturas não faltam. Já agora, o Rocha vai concorrer? Ele que não se esqueça que tem que assinar a candidatura, fazer por ele não vale!!!
Alberto João Jardim demitiu-se hoje e não me traz sabor nenhum, deveria ter sido escorraçado pelo povo, apunhalado na Assembleia como Júlio César, cercado e obrigado ao suicídio como Nero, atirado da janela como Miguel de Vasconcelos, guilhotinado na Praça do Povo como Luís XVI, enforcado e pendurado num candeeiro como Mussolini, julgado sumariamente e fuzilado como Ceaucescu, abatido na selva como Savimbi... como não foi o que aconteceu, para mim, hoje será mais um dia na minha insignificante existência. O que me safa é que me prometeram hambúrgueres de bórlix na Hamburgueria do Mercado!
Beijinhos doces, minhas bombocas lindas da Tia!
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Hamburgueria do Mercado, ou uma boa razão para dar uma oportunidade a outro sítio
Olá coisinhas fofas da minha vida! Já chegamos a 2015, parece mentira. É que parece que nunca mais acabava 2014, especialmente com aquelas últimas 3 semanas.
Gostaram do fogo? Também eu. Sempre deu para lavar os olhinhos e esquecer as tristes, muito tristes iluminações de Natal que fizeram muita mossa à imagem turística do Funchal. E a Cagança que nem se mexeu, só arrotou uma postazinha de chicharro sobre o assunto e depois remeteu-se ao seu silêncio, deviam estar muito ocupados nas celebrações e nos cumprimentos de Natal, e sem esquecer os lautos banquetes. O bacalhau estava bom, querido Cafofô? Devia estar, no Chalet Vicente é sempre bom (e pronto, "lá está a Placa Central a destilar inveja por todos os poros por não ter sido convidada...", já estão eles a dizer). Oxalá lhe tenha dado bom proveito.
Hoje quero-vos falar de novos conceitos que por aí proliferam. Conceitos de restaurantes, negócios e mais uma infinidade de coisinhas. As hamburguerias estão muito em voga, e o Funchal, cosmopolita como é, também já conta com uma espécie de hamburgueria, com uma imagem toda clean, um espaço todo bonitinho e cutxi-cutxi como se quer e como mandam as "modas" de hoje em dia nestas coisas. Fala-vos da Hamburgueria do Mercado.
No outro dia lá fui experimentar esse novo espaço, à espera de derreter-me com um maravilhoso hambúrguer... só que não! Não foi assim tão divinal quanto isso. Desengane-se quem assim pensa sobre tão badalado espaço. E quem manda naquilo até se pode gabar que certo dia tiveram que fechar às 10 da noite porque tudo o que havia para fazer e vender já se havia esgotado, mas a mim não convence. É que não convence mesmo.
Para começar, foi logo uma longa espera de 11 minutos para sermos atendidos (mais parecia um frete do que um atendimento), seguidos de mais 32 minutos de seca até à chegada do tão esperado hambúrguer. Vendo o menu, fazia crer que teríamos boas propostas e ofertas gastronómicas porque as receitas assim o deixavam prever, aparentemente. Mas também isso é uma ilusão.
Falando concretamente no hambúrguer, achei que estava um pouco seco e sem sabor, o que muito me espantou especialmente estando perante um hambúrguer anunciado como sendo "100% de carne", faltava-lhe algo como elo de ligação. Infelizmente, e há que dizê-lo sem qualquer pudor ou reserva, há hambúrgueres de supermercado com mais sabor do que os da Hamburgueria do Mercado.
No acto de pagamento pude observar a cozinha, e qual não é o meu espanto ao ver uma travessa já com hambúrgueres grelhados ali jogada a um canto. Não admiria que os hambúrgueres cheguem mornos ou mesmo frios à mesa.
Na receita dizia haver cebola caramelizada, oh Deus do céu com os anjinhos todos! o que eu adoro cebola caramelizada. Mas o que me chegou foi uma espécie de cebola cozida, desenxabida, daquela que até dá pesadelos, e nada, mas mesmo nada caramelizada. (repare na foto)
Outro ingrediente que me deixava a salivar era o molho de barbecue (ai que já estou a revelar os meus pecados de gula todos), mas o que havia eram pequenos vestígios desse mesmo molho, e eu até já parecia uma investigadora do CSI de filtro UV em punho. Era essencial haver molho, meus senhores...
O que estava mesmo muito bom e no ponto era o bacon e o pão de cereais, justiça lhes seja feita. Vá, ao menos isso...
Em conclusão, ter um espaço em zona privilegiada e decorá-lo como mandam as "modas", não é o suficiente para se ter logo sucesso. O que me deixa ainda mais triste é que eles até têm umas boas receitas, mas não as executam como deveria ser. É que, meus amigos, a verdadeira cebola caramelizada leva tempo a confeccionar, não podem servir simplesmente cebola cozida, o sabor e a textura nunca serão os mesmos. E o molho de barbecue é para ser usado na medida que os hambúrgueres o exigem, e não às gotinhas. Já se tinha acabado a embalagem, foi?
Se vou voltar a Hamburgueria do Mercado? Não! Temos pena, mas ter todos os ingredientes para alcançar o sucesso e falhar redondamente na confecção é um erro crasso demais. Poderiam ter demorado uma hora na entrega dos hambúrgueres, mas ao menos que viessem suculentos e saborosos.
Resumindo e concluindo: Hamburgueria do Mercado - a evitar.
Para terminar, uma pequena grande nota de rodapé: aqui no Placa Central, também SOMOS TODOS CHARLIE.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
domingo, 28 de dezembro de 2014
São lindos os meus leitores!!!
UM
ANO
DE
PLACA CENTRAL
O O O
B B B
R R R
I I I
G G G
A A A
D D D
A A A
sábado, 27 de dezembro de 2014
PTP - Panos Trapos e Politiquices
Uma pessoa anda desaparecida. Sim! Eu sei! Mas é que esta época natalícia é tão recheada de convívios hipócritas que me suga toda a energia para qualquer outra coisa. Bendita aquela cidade chinesa onde proibiram a celebração do Natal, para não lesar as tradições locais. É que nem sabem a sorte que têm! Mas "prontes", cada civilização tem a sua sina...
E estando na véspera de fazer UM ANO de blog (sim meus queridos, a idade já pesa), está na altura de vos oferecer um miminho, que vocês bem merecem.
O PTP, esse partido (que também já foi barriga de aluguer, mas de parasitas, como aqueles do "Alien") sorvedouro de dinheiros públicos, onde os assessores ganham para lá de 2000 e tal euros (e alguns mais de 3000), tem um código de vestimenta muito elevado. É que tem mesmo! A predominância dos padrões é leopardo/tigresse/zebra/cobra nas indumentárias femininas, nas masculinas a "moda" já é outra. Ora vejamos:
O inesquecível deputado Rocha (por onde você, Rocha? Ainda é vivo? Já está morto?) apresenta-se com umas calças de "cor de burro a fugir", uma camisa listrada, um casaco de "ir apanhar erva", terminando com um chapeu de mágico. A magia realizada foi desaparecer da face do planeta Terra e ainda continuar a receber ordenado. Reparem como aquele semblante mal-amanhado está a condizer com o recanto do cenário. Se eu não conhecesse a figurinha, ainda pensava que ele tinha sido arregimentado ali mesmo para fazer número.
Coelho armado em homem da agência funerária (fujam, velhinhos, fujam), enverga uma gravata roxa e o deputado Rocha como uma t-shirt do Che Guevara. Está visto que ainda não tinha perdido alguns tiques da tal "esquerda caviar" de onde era proveniente. Já deve estar arrependido, não é? Mas deixe estar que os seus amigos do Bloco até agradecem.
Quintino Costa, conhecido pelas suas facetas artísticas, mais concretamente por ser um malabarista de primeira, apresenta-se com uma indumentária de bradar aos céus. Uma vestimenta que retrata fielmente o pessoal do Jardim da Serra (atenção: nada contra o Jardim da Serra, onde se bebe a melhor ginja da Madeira). Este não deve ter quem olhe por ele em casa, coitado. Com tanto dinheiro e nem sequer um simples assessor de imagem consegue arranjar? Ou então que arranje algum amigo gay (atenção Quintino: é um amigo gay, não uma lapa bicharoca) para orientá-lo nestas coisas das vestimentas.
No jantar de Natal do PTP, foi bem visível o (ab)uso exagerado do padrão tigresse (em duas versões: palito e anafado) e com uma variante roxa(!). Cuidado para não ferirem a vista, que isto é hardcore, 1º escalão.
Nos encontros do PTP é obrigatório o uso de padrão, e se for possível em coletes de pêlo. Eu só imagino esta plateia vista da mesa... Deve dar a ideia que estão numa selva ou algo assim.
A deputada Raquelinha também entregou-se à directiva de acessórios e roupa de padrão. Está tudo explicado. Ainda bem que isto é uma foto, porque se fosse um vídeo, a rapariga estava logo a esganiçar.
Uma outra assesora a envergar uma rica farda. Só do melhor.
Raquel Coelho sempre vai alterando os padrões, aqui num lindérrimo vestido de padrão zebra. Convém usar óculos de soldar para encarar isto de frente. Não sei porquê, mas aquela pose mata-me de tanto rir.
Nem a Cátia e a Dolores Aveiro têm tanto padrão no vestuário como o PTP inteiro. Topem só aquilo...
Mais uma echarpe de padrão, já ando a vomitar tanto leopardo.
José Manuel Coelho faz umas combinações espectaculares. Ora as calças de uma cor, o casaco de outra e finaliza com uma gravata de cor verde-néon. Protejam a vista, meus amigos...
No jantar de Natal, foi ainda possível admirar padrões de azul, uma novidade exclusiva do PTP. Se calhar a lançar uma linha assim para o psicadélico.
Até em casacos de fato de treino é possível ter um padrão de leopardo. De salientar a excepcional elegância da mulher do deputado Coelho.
As golas à "camões", muito em voga, são possíveis ajustar em homens... e até em aldrabões e pequenos escroques. Quem o demonstra é Quintino Costa. E as calças à boca de sino voltam agora em grande força.
E finalizamos com mais um exemplar... A PETA devia era fazer queixa de tanta chacina ao padrão leopardo.
Está visto que se tudo der errado em 2015, o PTP sempre pode abrir uma multinacional em roupa de alta costura. Porque a baixa política, tal como a mentira, não irá render para todo o sempre.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Já em 1995, Alberto João dizia ao Sérgio Marques:
Já nem lembro seu nome, seu telefone eu fiz questão de apagar
Aceitei os meus erros, me reinventei e virei a página
Agora eu tô em outra....
Tô nem aí, Tô nem aí...
Pode ficar com seu mundinho, eu não tô nem aí
Tô nem aí, Tô nem aí...
Não vem falar dos seus problemas que eu não vou ouvir
Boca fechada, sem embaraços
Eu te dei todas as chances de ser um bom rapaz
Mas fui vencida pelo cansaço, nosso amor foi enterrado e descansa em paz
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